Brincar de ser feliz

Desde pequena brincar de ser alguma coisa sempre foi a minha forma predileta de passar o tempo. Nas minhas brincadeiras eu já fui professora, médica, cientista, dona de casa, bancária, secretária e o que mais minha imaginação inventava. Eu adorava vestir as roupas velhas da minha mãe, seus sapatos altos e fingir que era outra pessoa, adulta, dona de si, era horas e horas me vestindo de personagens que eu esperava ser um dia.
Pois é, eu cresci e descobrir que de alguma forma eu continuo brincando. Mas agora eu sou quem eu sou não me visto de personagens. Hoje eu sou a Pollyanna e costumam me descrever como linda, inteligente e sua presença é sempre notada por causa do seu sorriso.
“Ah, que sorriso lindo que ela tem.” “Nossa, ela ta sempre com aquele sorriso no rosto.” È, o que eles não imaginam é que exatamente na hora que abro aquele sorrisão é o momento exato que começo a brincar. Exatamente, é nesta hora que a brincadeira começa: eu brinco que de alguma maneira naquela hora eu sou feliz!

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