Edíficio Copan: primeira paixão

Quando ainda morava no interior imaginava morar um dia no prédio torto e cheio de portas que ficava em São Paulo: o edíficio Copan.

Meu fascínio pelos janelões e decoração dos pequenos espaços é enorme e depois do desafio de decorar minha nova casa no Copan, resolvi compartilhar dois achadinhos que encontrei da net.

Projetos de jovens solteiros (que nem eu!)  que souberam muito bem como aproveitar o espaço e deixar o que já é lindo mais charmoso ainda.

Projeto 1

Quando decidiu morar sozinha, a jornalista Laura Artigas Fort sabia exatamente o que queria: morar no centro de São Paulo. “Aluguei o primeiro apartamento que vi no edifício Copan (projetado por Oscar Niemeyer com colaboração de Carlos Alberto Cerqueira Lemos). O edifício ‘torto’ faz parte das minhas memórias de infância, quando costumava passear com meus pais pela cidade”. Do avô, o célebre arquiteto Vilanova Artigas, Laura herdou o olhar atento. “Sinto enorme prazer de observar construções”, diz ela, que fez a decoração ao seu estilo.

Para decorar a quitinete de 36 m2, Laura confessa que mudou os móveis de lugar inúmeras vezes. “Aproveitei a luz da janela e concentrei ali a mesa para refeições e o escritório e também escolhi uma cama  baixa sem muitos detalhes e que lembra um grande sofá”. É da Tok & Stok. Como mesa lateral um baú da Espaço Til,  de onde também são o quadro, o futon e as almofadas de seda. Outra peça de valor afetivo é a biblioteca, móvel que o pai da jornalista ganhou quando tinha 9 anos. A mesa com tampo de mármore, presente de um amigo,  recebeu cadeiras – modelo Formiga de Arne Jacobsen. Cortinas prontas, Cinerama.

Veja como ficou:

Projeto 2

Das qualidades que o arquiteto Gabriel Valdivieso mais adora no quarto e sala onde mora, nenhuma se pode medir ou capturar com precisão. A primeira delas é a luminosidade que chega pela grande janela em toda a lateral do espaço. “Especialmente lá pelas 18 horas, quando a luz desenha os contornos do vidro velho na parede”, diz. A outra está no afeto das peças de família que carregou quando resolveu deixar os pais e morar sozinho. “Minha casa é uma colagem da minha história. Nada entrou aqui só para cumprir uma função.” Por último, o burburinho que sobe até o 17º andar para contar do movimento da cidade lá fora. “No centro, estou perto do meu lazer.”Das qualidades que o arquiteto Gabriel Valdivieso mais adora no quarto e sala onde mora, nenhuma se pode medir ou capturar com precisão. A primeira delas é a luminosidade que chega pela grande janela em toda a lateral do espaço. “Especialmente lá pelas 18 horas, quando a luz desenha os contornos do vidro velho na parede”, diz. A outra está no afeto das peças de família que carregou quando resolveu deixar os pais e morar sozinho. “Minha casa é uma colagem da minha história. Nada entrou aqui só para cumprir uma função.” Por último, o burburinho que sobe até o 17º andar para contar do movimento da cidade lá fora. “No centro, estou perto do meu lazer.”

Veja as idéias dele:

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s