Um 2013 Copan para você!

Em 2012 muita coisa aconteceu no Copan:

– Ele ganhou entre seus novos moradores uma eterna apaixonada pelo edíficio: euzinha!

– Ele foi destaque de um programa de televisão

– Ele ganhou algumas brigas bobas em grupos do Facebook

– Ele uniu muitas pessoas

– Seus corredores esconderam alguns amores impossíveis

– Algumas pessoas encontraram a felicidade no apartamento ao lado

– Outras pessoas disseram adeus ao condomínio

– Perdemos o porteiro mais querido: Volta, Chico!

– Presenciamos alguns barracos

– Sediamos algumas festas

– Deitamos e rolamos nos breezes proibidos

– Enchemos o síndico de reclamações

– Ganhamos uma galeria de arte

– Estrelamos vários comerciais de TV

– Ganhamos um episódio de uma mini-série da Rede Globo ( acho que não foi esse ano, mas ok!)

– Perdemos nosso grande projetista: Oscar Niemeyer

Para o próximo ano continuamos esperando por muitas coisas, mas uma coisa não muda: nossa enorme paixão por morar aqui!

Em 2013 esse espaço vai ganhar novos colaboradores e um grande projeto vai começar. Se você mora aqui ( ou não) e é apaixonado pelo Copan, deixe seu contato nos comentários e venha nos ajudar a contar história daquele que é um dos cartões-postais mais lindos de SP!

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New Year’s Eve: the history

20111231-105105.jpg O relógio marcava meia noite quando em algum lugar do mundo um homem já com seus quase cinquenta anos se ajoelhou em frente a uma bela jovem. Em suas mãos uma caixinha de veludo vinho denunciava o pedido que vinha em seguida “Que no ano que começa agora possa viver todos os dias com você.Quer casar comigo?”
Em meio ao barulho das vozes, fogos de artifícios e estouros de champagne e jovem ainda surpresa e com lágrimas nos olhos respondeu “Sim, por todos os anos da minha vida.Sim!”
O plano dos dois era muito simples.Passar o resto da vida juntos.um plano que qualquer um do seu círculo de amigos acharia perfeitamente realizável.Todos os consideravam excelentes amigos, amantes e almas gêmeas, destinados a ficarem juntos.Mas por acaso, um dia o destino havia mesquinhamente mudado de idéia.
Um ano se passou. A jovem que um tempo atrás passou a carregar no dedo anular a aliança dourada, já não carregava mais. A emoção do pedido evaporou e a promessa do sim foi embora no dia que descobriu que o moço a quem prometeu passar todos os anos da sua vida, já tinha feito o mesmo pedido e compartilhado da mesma emoção,com outra pessoa anos antes dela. E tudo o que restava era um conjunto de lembranças embaralhadas e a imagem de um rosto que se tornava mais e mais indefinida a cada dia que passava.
Olhou para o relógio, faltava apenas um minuto para a meia noite. A lembrança do pedido ainda torturava sua mente mas tinha aprendido a duras penas ser mais forte que aquilo. Meia noite. Pessoas cantavam, algumas choravam de emoção. Fogos de artifício coloriam o céu e rolhas de champagne estouravam avisando: um novo ano chegou.
Sozinha, fechou os olhos e prometeu a si mesma: ” “Eu comecei minha faxina. Tudo o que não serve mais (sentimentos, momentos, pessoas) eu coloquei dentro de uma caixa e joguei fora, esse ano eu faço sol e lembro de celebrar muito mais.Daqui pra frente sou eu que escrevo o pretexto, o prefácio e o refrão. Serei essência e muito mais…”

… E foi assim que eu aprendi a celebrar todos os novos anos …

2012, tá virando a esquina

 

Pois é, minha gente, já chegou a hora de se despedir de 2011 e dar oi para 2012 que já vem virando a esquina pronto para estreiar. E pode ter certeza que o próximo ano passará tão rápido quanto o ano velho e se sua expectativa for a mesma que a minha: aproveitar os 365 dias que virão de forma organizada, vai amar os calendários que escolhi para compartilhar.

Apesar  de ser dona de gadgets infinitos, gosto mesmo é de calendário impresso. Daqueles que você pendura no mural, gruda na geladeira, rabisca e apaga.

Então, se você também adora tudo isso, vai ficar doida com os links aí embaixo e vai dar mil pulinhos quando descobrir que basta imprimir e pronto!

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Que se chama amor

Eu coleciono medos. Medo de perder meus pais, medo de morrer muito cedo, medo de minha viagem para Dublin não rolar, medo de meus melhores amigos me deixarem, medo de passar o resto da minha vida infeliz com meu emprego e outros mil medos me assolam.

Mas de todos esses o que mais me arrebenta é o medo de não conseguir amar mais ninguém. Esse medo me perturba diariamente, como aquela dor de dente que fica ali latejando e incomodando e só melhora depois que você arranca o mal pela raiz.

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